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Decisão Eficaz
As pessoas eficazes enxergam problemas como oportunidades. Não se concentram nem desperdiçam suas energias - inteligentes que são - na busca de soluções para situações adversas.

Imaginam que a solução dos problemas - apesar de necessárias - não geram resultados. Evitam danos. Oportunidades, estas sim, geram resultados, nos ensinou Peter Drucker.

Tomadores de decisões eficazes seguem um ritual definido, processo, com elementos e etapas claramente conhecidos. É sabido que toda decisão tem seu risco, que oscila entre o acerto ou o erro.

Seria mais ou menos assim: usar recursos do presente, apostando num futuro duvidoso, razão pela qual tudo tem que funcionar consoante o planejado. Qualquer desvio pode comprometer o resultado.

Cada decisão é cercada por suas sutilezas e a maior de todas elas é a consciência de sua necessidade, exatamente porque de alguma forma, impactam, devendo ser radical ou mais amena.

Imaginem a sequência: Classifiquem o problema; definam suas circunstâncias danosas; elejam a decisão. Muitas vezes partir para um acordo é um bom negócio. Não percam tempo. O que não pode acontecer é a procrastinação, porque lá na frente, a dificuldade cresceu e pode cobrar remédios mais fortes.

Outra questão de suma importância: trata-se de problemas genérico ou de uma excessão, algo pontual? Qual as extensão da repercussão? Se genérico, requer nova regra ou rediscutir princípios. Talvez a política adotada tenha caducado.

É fundamental conhecer o problema. De que se trata? O que é pertinente? Qual o nó da questão? Sem deter estas informações, a chance de errar é enorme.

Uma decisão que não satisfaz as condições requeridas é ineficaz e inadequada. A grande pergunta que precisa ser respondida: quais os resultados mínimos a serem apresentados e que resolvem o problema? O "acordo" também é uma boa opção. Nas dificuldades maiores, meio pão é melhor que nada. Uma negociação é bem melhor que um litígio.

Por fim, atentar para o seguinte questionário: quem precisa tomar conhecimento da decisão? Qual a ação adotada? Quem irá implementá-la? Quais os elementos precisam ser disponibilizados, como facilitadores para quem for implementá-la?

Não esquecer. Uma decisão é um julgamento, uma escolha, uma alternativa feita. O tomador de decisões. Compara o esforço e o risco da ação com o risco da inação.

Receita final. Aja sempre se ao fazer uma escolha, os benefícios superarem muito o custo e o risco. Agindo ou não, nunca se esquive ou faça concessões.

Aucélio Gusmão
Médico
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